Friday, December 27, 2019

OS QUATRO GRANDES ÚLTIMOS GOVERNOS MUNDIAIS - A REVELAÇÃO PROFÉTICA DE DANIEL E O GOVERNO DO ANTI CRISTO - XII

O SONHO DA ESTÁTUA COM PERNAS DE FERRO E O QUARTO ANIMAL DA VISÃO DO PROFETA DANIEL

40E haverá um quarto e último reino, este, forte como o ferro, pois o ferro tem o poder de quebrar e esmigalhar tudo; e assim como o ferro despedaça tudo, também ele destruirá e reduzirá a pedaços todos os reinos do mundo. 41Como viste, os pés e os dedos eram em parte de barro e em parte de ferro. Isso quer dizer que esse será um reino dividido, mas mesmo assim terá um pouco da força do ferro, embora tenhas observado ferro misturado ao barro lamacento.42Assim como os dedos eram em parte de ferro e em parte de barro, também esse reino será em parte forte e em parte frágil. 43E, como viste, o ferro estava misturado à lama. Isso significa que se buscarão fazer alianças políticas por intermédio de casamentos, mas a união decorrente dessas alianças e acordos não se firmará, do mesmo modo que o ferro não consegue se misturar com o barro. (Daniel 2.40-43)
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 7E nessas visões que tive durante a noite, em meu sonho, vi ainda um quarto animal, horrível, apavorante e extremamente poderoso. Possuía grandes dentes de ferro, com os quais estraçalhava e devorava avidamente suas vitimas, e pisoteava tudo o que sobrava. Este monstro era diferente de todas as feras anteriores e tinha dez chifres. 8Enquanto eu analisava os chifres, encontrei um outro chifre, pequeno, que apareceu entre eles; e três dos primeiros chifres foram arrancados para dar lugar a ele. Esse chifre que surgiu entre os demais tinha olhos como os olhos de um ser humano e uma boca que falava com soberba e arrogância. (Daniel 7.7,8)

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Chegamos finalmente ao quarto reino, que no sonho de Nabucodonosor estava representado pelas pernas de ferro, sendo que os pés da estátua eram em parte de ferro e parte de barro mole. E na visão que Daniel teve está representado pelo quarto animal o qual ele não conseguiu identificar com nenhum animal conhecido, o qual pelo seu aspecto terrível impressionou muito o profeta.
Quando Daniel interpreta o sonho do rei, referindo-se especialmente aos pés da estátua, ele assim disse:
41Como viste, os pés e os dedos eram em parte de barro e em parte de ferro. Isso quer dizer que esse será um reino dividido, mas mesmo assim terá um pouco da força do ferro, embora tenhas observado ferro misturado ao barro lamacento.42Assim como os dedos eram em parte de ferro e em parte de barro, também esse reino será em parte forte e em parte frágil. 43E, como viste, o ferro estava misturado à lama. Isso significa que se buscarão fazer alianças políticas por intermédio de casamentos, mas a união decorrente dessas alianças e acordos não se firmará, do mesmo modo que o ferro não consegue se misturar com o barro. (Daniel 2.41-43)

Observe este detalhe com relação em especial aos pés e os dedos dos pés. Seria um reino muito forte que dominaria com a força do ferro o mais resistente metal daquela época mas que estaria apoiado sobre pés feitos de ferro e barro mole, ou seja, uma estrutura frágil justamente no lugar onde deveria ser forte.
Completando essa revelação, no terceiro ano de Belsazar ele teve uma visão sobre quatro animais, e o quarto era de tal forma diferente que ele ficou curiosos para saber o  que significava. Ele pede ajuda e alguém lhe dá esta informação:
19Diante disso, eu quis saber o verdadeiro significado do quarto animal, porquanto era muito diferente de todos os demais e o mais horripilante deles, com seus dentes de ferro e garras de bronze, o animal despedaçava e devorava suas vitimas com facilidade, e ainda pisoteava todos os restos que deixava para trás. 20Também roguei por explicações sobre o significado dos dez chifres incrustados no alto da cabeça daquele monstro, e quanto ao outro chifre que surgiu para ocupar o lugar dos três chifres que caíram; o chifre que possuía olhos semelhantes aos olhos humanos, e uma boca que proclamava muitas palavras, e todas com grande soberba. 21Enquanto eu contemplava o que se passava, vi que o mesmo chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles, 22até que veio o Ancião maior, ‘Attïq yômïn, rico em dias, e todo o juízo foi executado a favor dos santos de Elyôn, o Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos tomaram posse do Reino a eles confiado.
23Então ele me deu o seguinte esclarecimento: ‘O quarto animal é um quarto reino que surgirá na terra. Será diferente de todos os outros reinos passados, e devorará com avidez a terra inteira, despedaçando e pisoteando povos e nações.24Quanto aos dez chifres, dez reis se levantarão daquele mesmo reino; e depois deles se levantará outro, que será diferente dos primeiros e humilhará três dos dez reis. 25Esse reino diferente falará contra ‘Illãyâ, o Supremo, oprimirá os seus santos e tentará alterar o calendário, as festas religiosas e as leis. Então, os santos serão entregues nas mãos dele por um iddân,tempo, dois tempos e metade de um tempo. 26Mas o Tribunal se reunirá para o devido Juízo e todo o seu poder lhe será extirpado e aniquilado para sempre. 27E assim, o domínio, o poder e a grandeza dos reinos que há debaixo de todo o céu serão colocados nas mãos da multidão dos santos, o povo de Elyôn, o Altíssimo. E o reino de Deus será um reino sem fim, e todos os governantes e domínios o adorarão, obedecerão e servirão eternamente!’
Quando ligamos as duas linhas de profecias, tanto as de Daniel (capítulos 2 e 7)no antigo testamento, como as de João (capítulo 13 de apocalipse)no novo testamento podemos ver que o projeto de Deus para julgar a humanidade e resgatar seu povo sempre esteve em execução.
A partir de amanha vamos estar comentando sobre isso. Apenas lembrando você que tanto as pernas de ferro, como o quarto animal significam a mesma coisa: O IMPÉRIO ROMANO ainda hoje representado pelo Estado do Vaticano cujo líder maximo é ninguém mais do que aquele que é conhecido entre eles mesmos não como Papa, mas sim como O BISPO DE ROMA.

Thursday, December 26, 2019

OS QUATRO GRANDES ÚLTIMOS GOVERNOS MUNDIAIS - A REVELAÇÃO PROFÉTICA DE DANIEL E O GOVERNO DO ANTI CRISTO - XI

CONTINUAÇÃO DA REVELAÇÃO DADA POR DEUS AO REI NABUCODONOSOR E DEPOIS CONFIRMADA NAS VISÕES DADAS AO PROFETA DANIEL
Na profecia bíblica cada detalhe precisa ser observado com cuidado não somente para evitar erros na interpretação, assim como descobrir mesmo nas entrelinhas coisas importantes.
31Ó rei, eis que tu olhaste e viste diante de ti uma grande estátua. E, em tua visão, esta estátua era enorme e impressionante; estava em pé diante de ti, e tinha uma aparência terrível. 32A cabeça da estátua era feita de ouro puro, o peito e o braço eram de prata, o ventre e os quadris eram de bronze, 33as pernas eram de ferro, e os pés eram em parte de ferro e em parte de barro. 34Enquanto estavas contemplando toda a estátua, uma pedra soltou-se , sem auxílio de mãos, atingiu a estátua nos pés de ferro e de barro e os destroçou. 35Então o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro vieram abaixo, despedaçados; viraram pó, como o pó que se vê na eira, quando no verão se bate o trigo no terreno para separá-lo da palha. E o vento carregou todos os destroços sem deixar vestígio. Entretanto, a pedra que atingiu a estátua tornou-se uma montanha e encheu a terra toda.(Daniel 2.31-35)

Até o último comentário, escrevemos sobre o que ou quem seria o pequeno chifre mencionado no capítulo 8 o qual surgiu de um dos 4 reinos formados pelos 4 generais de Alexandre O Grande.
Esse terceiro reino, o império grego está representado no sonho do rei Nabucodonosor pelo ventre (barriga) e os quadris (coxas) de bronze. Observe que na medida em que os reinos vão acontecendo um tipo de metal diferente e de menor valor comercial foi utilizado para representar o alcance, poderio e força daquele império.
Começou com a cabeça de ouro, depois braços e peito de prata, ventre e quadris de bronze, até finalmente chegar as pernas de ferro mas com um detalhe a mais: os pés eram parte ferro e parte barro, dois materiais que não dão liga.
No capítulo 7, Daniel narra uma visão que ele teve na qual via 4 animais, ou figuras que se assemelhavam a animais:

2“Em minha visão à noite, eu pude observar os quatro ventos do céu agitando o grande oceano. 3Então vi quatro grandes animais, diferentes uns dos outros, que subiam do mar. 4O primeiro assemelhava-se a um enorme leão, e tinha asas de águia. Eu o contemplei e, em certo momento, as suas asas foram arrancadas, e ele foi erguido do chão, firmou-se sobre dois pés somente, como um ser humano, e recebeu um coração de homem. 5Continuei olhando, e vi o segundo animal, parecido com um grande urso. Ele ergueu-se de um lado, tendo na boca três costelas entre os dentes; e eis que foi-lhe ordenado: “Levanta-te, pois, e devora as carnes das multidões!” 6Então segui observando e vi outro animal, agora um semelhante a imenso leopardo; tinha nas costas quatro asas de ave também quatro cabeças, e foi-lhe dada toda a autoridade para governar. 7E nessas visões que tive durante a noite, em meu sonho, vi ainda um quarto animal, horrível, apavorante e extremamente poderoso. Possuía grandes dentes de ferro, com os quais estraçalhava e devorava avidamente suas vitimas, e pisoteava tudo o que sobrava. Este monstro era diferente de todas as feras anteriores e tinha dez chifres. 8Enquanto eu analisava os chifres, encontrei um outro chifre, pequeno, que apareceu entre eles; e três dos primeiros chifres foram arrancados para dar lugar a ele. Esse chifre que surgiu entre os demais tinha olhos como os olhos de um ser humano e uma boca que falava com soberba e arrogância. (Daniel 7.2-8)

Quatro ventos nos falam que esses animais surgiriam ou alcançariam os 4 cantos da terra. O grande oceano aponta para um alcance quase mundial desses reinos. Acerca dos dois primeiros animais já comentamos mas sobre o terceiro nos falta ainda falar pois Daniel viu algo que se parecia com um leopardo, um animal da familia dos felinos, muito forte, muito feroz e muito veloz também. Mas esse leopardo tinha nas costas quatro asas como de ave e quatro cabeças. Veja bem a diferença pois além da cabeça de leopardo ele tinha outras quatro cabeças que saiam de suas costas. As duas asas falam da velocidade com que Alexandre conquistou o mundo de então em apenas três anos segundo a história nos conta. As quatro cabeças que a Bíblia não diz se eram humanas, de aves ou de outro animal, falam dos quatro generais que dividiram o reino depois da morte de Alexandre.
Um detalhe importante: dos dois últimos animais surgiu um pequeno chifre que cresceu em importancia ao ponto de dominar os outros:

9E ocorreu que brotou-lhe também um pequeno chifre de um dos grandes chifres; e este cresceu muito para as regiões ao Sul, para o Oriente e também na direção de Tsebee’, a Terra Magnífica, Israel. 10Cresceu assustadoramente, alcançou o exército dos céus, e conseguiu atirar na terra algumas das estrelas desse exército, e ainda as pisoteou. (Daniel 8.9,10)

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 8Enquanto eu analisava os chifres, encontrei um outro chifre, pequeno, que apareceu entre eles; e três dos primeiros chifres foram arrancados para dar lugar a ele. Esse chifre que surgiu entre os demais tinha olhos como os olhos de um ser humano e uma boca que falava com soberba e arrogância.(Daniel 7.8)
Ou seja, nas duas visões ele viu chifres que se formavam a partir de outros chifres, pequenos a princípio mas que cresciam e dominavam os outros.
GOSTARIA QUE VOCÊ que tem acompanhado meu raciocício e linha de interpretação lesse com cuidado essas referências pois elas tem tudo a ver com as visões que João teve sobre as duas bestas em Apocalipse 13.
Esses pequenos chifres falam de alguém que embora naquela altura da história possa ter algumas características, na verdade, ESSES CHIFRES PEQUENOS, ou O CHIFRE PEQUENO de verdade mesmo, ainda está para surgir e hoje temos muito mais informação sobre ele e até seu título: O ANTICRISTO.

Wednesday, December 25, 2019

OS QUATRO GRANDES ÚLTIMOS GOVERNOS MUNDIAIS - A REVELAÇÃO PROFÉTICA DE DANIEL E O GOVERNO DO ANTI CRISTO - X

PARTICULARIDADES E DETALHES IMPORTANTES ACERCA DO TERCEIRO REINO DE ACORDO COM A PROFECIA DE DANIEL: QUEM OU O QUE REPRESENTA O PEQUENO CHIFRE? - III

Ontem eu postei uma das muitas opiniões que existem sobre o pequeno chifre que Daniel viu, cujo texto reproduzo agora para melhorar o entendimento.


8E o bode se desenvolveu muito e cresceu forte; contudo, no auge da sua força o seu grande chifre frontal foi quebrado, e no seu lugar lhe nasceram outros quatro chifres, também muito grandes, na direção dos quatro ventos da terra, isto é, para o Norte, para o Sul, para o Leste e para o Oeste.
9E ocorreu que brotou-lhe também um pequeno chifre de um dos grandes chifres; e este cresceu muito para as regiões ao Sul, para o Oriente e também na direção de Tsebee’, a Terra Magnífica, Israel. 10Cresceu assustadoramente, alcançou o exército dos céus, e conseguiu atirar na terra algumas das estrelas desse exército, e ainda as pisoteou. 11E ele tornava-se cada vez maior e mais forte, até desafiar o comandante desse exército; quando suprimiu o sacrifício diário do holocausto oferecido ao Príncipe, e destruiu todo o santuário e o seu Templo. 12Todas as honrarias foram prestadas a esse grande chifre; o próprio exército lhe foi entregue, juntamente com o holocausto diário, por causa do seu poder e a vitória da sua rebelião. O chifre tinha sucesso em tudo que empreendia, e a verdade e o direito foram lançados por terra.( KJA-King James Atualizada)
O texto, ou a parte da visão que nos interessa neste momento diz respeito a um pequeno chifre que brota, surge, emerge do terceiro reino. Teria ele saido do terceiro reino, seria remanescente de um dos reinos anteriores, ou sairia ele do quarto reino? A Bíblia na versão King James original assim diz:And out of one of them came forth a little horn, which waxed exceeding great, toward the south, and toward the east, and toward the pleasant land.
A tradução mais próxima da realidade seria esta: E DE UM DESTES SAIU, OU VEIO, PEQUENO CHIFRE ...Ora, o profeta estava vendo os quatro chifres que tinham saido do grande chifre já identificado como sendo Alexandre - O Grande, e me parece salvo melhor juizo que esse chifre pequeno sai realmente de um deles, embora a Bíblia não declare exatamente de qual. A questão maior não é de onde saiu esse chifre (refere-se a um poder, governo, etc) mas sim o que esse chifre veio a ser.
A Bíblia nos diz em todas as versões que esse chifre de início sem importância cresceu e expandiu muito sua área de domínio para o norte, para o sul incluindo a atual Palestina, Israel, possivelmente Egito, etc. O que de fato aconteceu com um rei chamado Antioco Epifânio. MAS ... O IMPORTANTE MESMO PARA SER EXAMINADO é que esse chifre (chamado Antioco Epifânio) não alcançou tudo isso mas representa tão somente uma preparação de alguém que ainda está para ser revelado, o qual nós os cristãos conhecemos como sendo o ANTICRISTO. Pois este sim, vai crescer e alcançar o mundo inteiro, vai controlar todos os exércitos, vai entrar no templo de Deus e exigir adoração como se fosse Deus, vai mudar a verdade em mentira e vice versa, vai implantar um regime de terror e ódio no mundo inteiro e quase todos ( pois o cristãos verdadeiros não aceitarão isso), se submeterão a ele temendo por suas vidas.
De onde exatamente ele vai sair, isso ainda vamos ver pois a Bíblia nos dá direções para isso, mas esteja atento para algo muito importante: COM CERTEZA, ELE SAIRÁ DE UM DESTES REINOS. 

OS QUATRO GRANDES ÚLTIMOS GOVERNOS MUNDIAIS - A REVELAÇÃO PROFÉTICA DE DANIEL E O GOVERNO DO ANTI CRISTO - IX

PARTICULARIDADES E DETALHES IMPORTANTES ACERCA DO TERCEIRO REINO DE ACORDO COM A PROFECIA DE DANIEL - II

O CHIFRE PEQUENO
I. Quem é o chifre pequeno de Daniel 8?
“O bode se engrandeceu sobremaneira; e, na sua força, quebrou-lhe o grande chifre, e em seu lugar saíram quatro chifres notáveis, para os quatro ventos do céu. De um dos chifres saiu um chifre pequeno e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa. Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou. Sim, engrandeceu-se até ao príncipe do exército; dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. O exército lhe foi entregue, com o sacrifício diário, por causa das transgressões; e deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou. Depois, ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do sacrifício diário e da transgressão assoladora, visão na qual é entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados? Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.” – Dan. 8:8-14.
O bode de que trata a profecia é a Grécia (vv. 21-22). Os 4 chifres notáveis do império grego foram os 4 generais que sucederam Alexandre, o Grande: Ptolomeu, Cassandro, Lisímaco e Selêuco.
Na versão Almeida Revista e Atualizada (uma das mais utilizadas no Brasil), o v. 9 começa com a expressão: “de um dos chifres”. Porém, o texto original traz o seguinte: “de um deles”. Esta tradução é confirmada pela respeitada King James Version, em inglês. Ou seja, a palavra "chifres" foi acrescentada na tradução para a nossa língua, mas não consta no original no qual o texto foi escrito. É importante analisarmos o detalhe acima, porque o texto em português dá a entender que o chifre pequeno surgiu “dos outros 4 chifres”, ou seja, ele seria proveniente do império grego. Os que defendem esta teoria (os chamados preteristas), como a maioria dos evangélicos e católicos, baseados também neste equívoco de tradução, dizem que este chifre pequeno é representado por ANTÍOCO EPIFÂNIO. Eles apresentam os seguintes argumentos:
a) Antíoco foi um rei selêucida - Como membro desta dinastia de reis, ele surgiu de um dos 4 chifres mencionados em Dn 8:8, pois esta foi a origem do chifre pequeno.
b) A sucessão de Antíoco foi irregular - Este argumento está baseado no v. 24 do cap. 8.
c) Antíoco perseguiu os judeus.
d) Ele contaminou o templo de Jerusalém e interrompeu seus serviços.

Porém, um estudo mais acurado da Bíblia e da História nos mostra que Antíoco não satisfaz os requisitos para o poder representado pelo chifre pequeno de Daniel (certamente um tipo do anti cristo). A natureza do chifre pequeno rejeita Antíoco como sua identidade:
a) Grandeza comparativa do chifre pequeno - Antíoco jamais atingiu tão grande poder quanto o que é descrito relacionado ao chifre pequeno. O verbo “engrandecer” (GADAL) aparece somente uma vez em relação com à Pérsia e somente uma vez com relação à Grécia. Porém, aparece 3 vezes relacionando-se ao chifre pequeno. Mostra-se, assim, que o chifre teria um poder progressivo e crescente, até o tempo do fim (vv. 17, 19, 26).
b) Atividades do chifre pequeno - conquistas e atividades anti-templo muito maiores que as realizadas por Antíoco.
c) Fatores de tempo para o chifre pequeno - origem, duração, fim. Antíoco reinou por alguns anos (de 175 a.C. até 164/3 a.C.), porém o chifre pequeno tem seu reinado até dias bem posteriores a estes (8:17, 19, 26). Ele era o 8º de uma dinastia de mais de 20 reis selêucidas.
d) Natureza do chifre pequeno - conforme a profecia, este chifre seria “quebrado sem esforço de mãos humanas” (v. 25). Isto mostra a maneira singular com que o chifre seria derrotado. Ou seja, o próprio Deus intervirá para colocar um fim à perseguição de Seu povo, produzida por este poder blasfemo e arrogante. O que não ocorreu com Antíoco, que morreu de causas naturais durante uma campanha pelo Oriente.
{ É IMPORTANTE  ASSINALAR QUE EMBORA ESSE PERSONAGEM NÃO POSSA SER IDENTIFICADO PLENAMENTE COMO O ANTI CRISTO, ELE PREENCHE TODOS OS REQUISITOS PARA SER ALGUEM INFLUENCIADO E DOMINADO PELO ESPÍRITO DO ANTICRISTO} 

e) Origem do chifre pequeno - como mencionado acima, há um problema na tradução do início do verso 9, pois o original hebraico afirma que o chifre pequeno sairia “de um deles”, fazendo referência aos 4 ventos citados no final do verso 8.
A tradução correta do início do v. 9 (ou seja, "de um deles"), sugere que o chifre pequeno sairia de um dos 4 "ventos" (é só ler o final do v. 8), ou seja, de um dos 4 pontos cardeais. Roma veio do lado Oeste, e cumpre todos os demais requisitos para que o chifre pequeno seja identificado com sua fase pagã e papal, principalmente.

[Transcrito com correções e adaptações a partir de dados coletados na página: Temei a Deus e Dai-lhe Glória]

Monday, December 23, 2019

OS QUATRO GRANDES ÚLTIMOS GOVERNOS MUNDIAIS - A REVELAÇÃO PROFÉTICA DE DANIEL E O GOVERNO DO ANTI CRISTO - VIII

PARTICULARIDADES ACERCA DO TERCEIRO  GOVERNO MUNDIAL NA REVELAÇÃO DADA AO PROFETA DANIEL

No capítulo 8 do seu livro o profeta Daniel relata uma visão que ele teve no terceiro ano do governo de Belsazar. Nessa visão fica claro que o carneiro representa o império medo persa e o bode representa o império grego, mais precisamente Alexandre "O Grande" devido a força e a velocidade de suas conquistas visto que, segundo a história, ele conquistou todo o mundo conhecido de então em pouco mais de três anos, sendo ainda muito jovem.

3Então levantei o olhar, e avistei diante de mim, em pé junto ao rio, um carneiro com dois chifres. Os dois chifres eram longos, mas um era mais comprido que o outro, entretanto o mais longo começou a se desenvolver algum tempo depois do outro. 4Fiquei observando o carneiro enquanto ele avançava para o Ocidente, a Oeste; depois para o Norte e para o Sul. Notei que nenhum outro animal conseguia resistir-lhe, e ninguém era capaz de se livrar do seu poder; ele, no entanto, podia fazer tudo o que desejava e a cada dia ficava maior e mais forte. (Daniel 8.3-4)

Isto se refere especificamente ao imperio medo persa. Dois chifres falam de dois poderes. Um chifre maior que o outro nos mostra que um dos poderes seria maior que o outro. O mover-se de um lado para o outro indica que foi um imperio que mesmo depois de bem estabelecido não parou de fazer mais conquistas. Até que de repente o cenário muda completamente quando Daniel vê um bode  COM UM SÓ CHIFRE entre os olhos ( Alexandre) que vinha velozmente  do ocidente, lado oeste a considerar a posição geográfica de Babilônia o qual batia com extrema força sobre o carneiro e o destruia. Isso foi exatamente o que aconteceu pois Alexandre travou uma unica e feroz batalha contra o imperio medo persa subjugando-o de tal forma que nunca mais os persas conseguiram erguer-se outra vez, embora seu povo, lingua e cultura tenham se mantido quase intactos ao longo dos ultimos 25 seculos.

VEJAMOS COMO A BÍBLIA NOS MOSTRA QUE ISSO ACONTECEU


5Enquanto eu fiquei refletindo sobre isso, de repente um bode, com um longo chifre entre os olhos, veio do Ocidente, do Oeste, percorrendo toda a face da terra, mas sem tocar no chão. 6Ele se voltou na direção do carneiro que tinha dois chifres, o qual eu tinha observado em pé, parado diante do rio, e avançou contra ele com grande furor e violência. 7Eu o vi atacar furiosamente o carneiro, atingi-lo com muita força e quebrar os seus dois chifres. O carneiro não conseguiu reunir forças para resistir-lhe, e o bode o jogou por terra e o pisoteou; também não havia quem pudesse livrar o carneiro do poder e da cólera do bode. 8E o bode se desenvolveu muito e cresceu forte; contudo, no auge da sua força o seu grande chifre frontal foi quebrado, e no seu lugar lhe nasceram outros quatro chifres, também muito grandes, na direção dos quatro ventos da terra, isto é, para o Norte, para o Sul, para o Leste e para o Oeste. (Daniel 8.5-7) KJA

O bode (grecia) com um só chifre entre os olhos, fala de um unico poder governante, Alexandre O Grande, de um só golpe derruba o poderio persa e avança com toda força, mas as muitas batalhas, viagens cansativas, celebrações desmedidas e uma vida  inteiramente desregrada ceifaram a vida de Alexandre na força de sua juventude com apenas 33 anos de idade,  vítima possivelmente de algum tipo de DST pois há historiadores que dizem ter ele morrido em decorrência de sifilis.
Ao perder sua vida seu reino foi dividido entre 4 dos seus generais e cada um deles criou o próprio reino, por isso a Bíblia diz que no lugar do chifre surgiram outros quatro (Dn 8.8b).
Depois disso de um destes chifres surge um chifre muito pequeno o qual cresceu muito para os quatro cantos da terra e chegou até a terra formosa (Israel).
9E ocorreu que brotou-lhe também um pequeno chifre de um dos grandes chifres; e este cresceu muito para as regiões ao Sul, para o Oriente e também na direção de Tsebee’, a Terra Magnífica, Israel. 10Cresceu assustadoramente, alcançou o exército dos céus, e conseguiu atirar na terra algumas das estrelas desse exército, e ainda as pisoteou. 11E ele tornava-se cada vez maior e mais forte, até desafiar o comandante desse exército; quando suprimiu o sacrifício diário do holocausto oferecido ao Príncipe, e destruiu todo o santuário e o seu Templo. 12Todas as honrarias foram prestadas a esse grande chifre; o próprio exército lhe foi entregue, juntamente com o holocausto diário, por causa do seu poder e a vitória da sua rebelião. O chifre tinha sucesso em tudo que empreendia, e a verdade e o direito foram lançados por terra.13Então ocorreu que ouvi um kadosh, ser angelical, que indagava a outro santo: “Até quando durarão os acontecimentos anunciados por esta visão? Até quando estará suspensa a verdadeira cerimônia do sacrifício diário e a rebelião abominável e devastadora prevalecerá? Até quando o Templo ficará danificado, o exército do céu deverá se submeter ao poder do chifre, e ambos serão pisoteados?” 14Então ouvi a resposta: “Todos esses eventos passarão em duas mil e trezentas tardes e manhãs; e então o Kodesh, Santuário será reconsagrado.” (Daniel 8.9-14) KJA

Há algumas controvérsias acerca de quem seria naquela altura e de quem foi na verdade esse pequeno chifre, uma pessoa sem muita importância na aparência que começou a sobressair e cresceu em poderio ao ponto de se tornar maior do que os outros. Não vou perder tempo com especulações pois a palavra profética não deve ser interpretada dessa forma. Mas gostaria de comentar com vocês ou para vocês que estão lendo esta postagem alguns detalhes que eu acho muito importantes, e isso farei a partir da próxima postagem.

Sunday, December 22, 2019

OS QUATRO GRANDES ÚLTIMOS GOVERNOS MUNDIAIS - A REVELAÇÃO PROFÉTICA DE DANIEL E O GOVERNO DO ANTI CRISTO - VII

O SEGUNDO GRANDE GOVERNO MUNDIAL E A VISÃO DE DANIEL

5 Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne. (Daniel 7.5)

Vamos hoje estudar juntos esta parte da visão que Deus deu a Daniel, junto com a segunda parte do sonho de Nabucodonosor.
No sonho que o rei teve, os braços e o peito eram de prata. Na visão de Daniel, algo semelhante a um urso o qual erguia um dos seus lados e tinha três costelas na sua boca e recebia uma ordem para se por de pé e comer muita carne.
Tanto o sonho de Nabucodonosor como a visão de Daniel tem o mesmo significado pois falam do Império Medo Persa, dois povos até então inimigos, os quais se juntaram para formar um grande império e isso a própria história antiga nos relata.

Império Medo

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Império Medo ou Confederação Meda
 Map of Assyria-pt.svgc. 678 a.C.[1] – 549 a.C.Blank.png 
Mapa do Império Medo, com base em Heródoto.
ContinenteÁsia
RegiãoOriente Médio
País Irão
CapitalEcbátana (atual Hamadã)
Língua oficialLíngua meda
ReligiãoAntiga religião iraniana (aparentada ao mitraísmo, ao antigo mazdaísmo e ao zoroastrianismo)
GovernoMonarquia
ReiDéjoces ou Kashtariti[2]
 • 665–633 a.C.Fraortes
 • 625–585 a.C.Ciaxares, o Grande
 • 589–549 a.C.Astiages
Período históricoEra de Ouro
 • c. 678 a.C.[1]Déjoces unificou as tribos medas[1][3]
 • 549 a.C.Conquistado por Ciro, o Grande
O Império Medo ou Confederação Meda foi uma entidade política que existiu na região geográfica da Média (em persa antigo: Māda; persa médio: Mād), no noroeste do atual Irã, conhecida por ter sido a base política e cultural dos medos, bem como de outros povos iranianos antigos[4].
Durante o período aquemênida, ele abrangia o Azerbaijão iraniano, o Curdistão iraniano e a região ocidental do Tabaristão. No entanto, após as Guerras de Alexandre Magno, as partes setentrionais se separaram e passaram a ser conhecidas como Atropatene, enquanto o restante da região passou a ser conhecida como Média Menor.

HistóriaA região foi unificada por Déjoces em torno do século VIII a.C.. Dos sucessores de Déjoces, vale destacar Ciáxares, que aliado a Nabopalasar, da Babilônia, derrotou os assírios.

Seu filho Astíages herdou um grande império, porém acabou sendo derrotado por Ciro, o Grande, que formou um império ainda maior, pois derrotou medos, lídios e babilônios.
Ciro tratou com liberdade os povos vencidos, respeitando suas crenças e governando com justiça. Aos judeus que viviam no Cativeiro de Babilônia foi permitido que voltassem a Canaã para a reconstrução do Templo de Jerusalém. Ciro estabeleceu sua capital em Pasárgada, onde construiu belíssimos palácios. O filho de Ciro, Cambises II (rei entre 530 e 522 a.C.), conquistou o Egito. Despótico, cruel e desequilibrado, acabou cometendo suicídio. A morte de Cambises levou vários pretendentes a lutarem pelo trono, que acabou sendo conquistado por Dario.
Com Dario I, o Império Persa atingiu o apogeu. Construiu estradas; criou um bem dotado sistema de correio; uniformizou o sistema de pesos e medidas; criou uma moeda-padrão: o dárico; dividiu o Império em satrapias e nomeou pessoas de confiança para governá-las.
Após Dario I, o Império entrou numa longa decadência, até ser conquistado por Alexandre, o Grande, da Macedônia, em 331 a.C.
POR QUE BRAÇOS E PEITO DE PRATA? 
A prata é um metal inferior ao ouro em valor, isso indicaria que embora maior territorialmente pois seu alcance geográfico foi bem maior que o do império babilônico, dai ocupar uma parte bem grande do corpo da estátua, mas potencialmente foi inferior em riqueza e politicamente foi um pouco mais brando do que o governo dos reis caldeus. Dois braços indica um reino formado por duas correntes diferentes, Média e Persia mas que faziam parte de um todo muito maior. 
POR QUE UM URSO COM TRÊS COSTELAS NA BOCA E QUE ERGUIA UM POUCO MAIS PARA UM DOS LADOS?
FATO HISTÓRICO:
A Pérsia se encontrava na região a leste da Mesopotâmia (atual Iraque), no longo planalto do Irã. A maioria dos territórios ocupados pelos persas era improdutível, ou seja, pouco fértil. No ano 2000 a. C., os medos e os persas originários dos territórios da atual Rússia foram ocupando a região do planalto iraniano. Os medos se estabeleceram ao norte; e os persas, ao sul do território. 
A partir do século VIII a. C., os medos dominaram a região do planalto iraniano e, com um hábil e organizado exército, submeteram vários povos que viviam na região – os persas foram um desses povos conquistados pelos medos. Após o domínio, os persas passaram a pagar altos tributos para os conquistadores. 
No ano de 550 a. C., o príncipe persa, Ciro, chamado de o Grande (559-529 a.C.), liderou e executou uma ação militar contra os medos. Após a vitória persa sobre os medos, Ciro foi declarado o único imperador dos povos que habitavam o planalto iraniano. 

A fim de obter riquezas para resolver problemas ocasionados pela baixa produção agrícola em razão da infertilidade da terra, Ciro iniciou o processo de expansão territorial, começando naquele período a história do Império Persa. 
Após um pequeno intervalo de tempo, o Imperador Ciro, o Grande, conquistou juntamente com o exército persa uma enorme extensão territorial. Dessa maneira, Ciro se tornou o maior imperador do Oriente Médio antigo. A hegemonia de Ciro ficou conhecida através de uma política de respeito às diferenças culturais e religiosas dos povos conquistados, mas que não os isentava de pesados tributos. 
Com a morte do grande imperador, no ano de 529 a. C., os sucessores de Ciro, como Cambises e Dario I, continuaram a política expansionista, o que ampliou a fronteira do Império Persa, que passou a incorporar a região do Egito antigo e o norte da Grécia até o vale do rio Indo (situado no atual Paquistão, país ao sul da Ásia). 
Leandro Carvalho
HISTORICAMENTE a Persia sempre foi mais forte e superior militarmente do que os Medos e embora os dois povos se juntassem para formar um grande império, e tivessem se alternado no poder mas o lado persa sempre foi mais forte e teve ascendência sobre os medos, dai o urso que se erguia um pouco mais para um dos lados, esse lado mais alto representa a Persia hoje representada pelo Irã, um povo não árabe o qual até hoje tem uma língua própria o Farsin. De acordo com a história, no ano 539 a.C (antes de Cristo), e na noite em que Belsazar teve a visão da mão escrevendo sobre a parede, Dario-I que sucedera Ciro, o grande, usando de uma estratégia militar nunca antes vista, desviou o curso do rio Eufrates que passava por dentro da cidade de Babilônia e entrou com seu exército no meio da noite sem que as tropas de Belsazar pudessem mostrar nenhuma reação e conquistou a cidade. Esse império que teve uma sucessão de reis, durou aproximadamente 200 a 210 anos, quase três vezes maior em extensão de tempo que o império de Babiblônia.
Foi no ano terceiro de Belsazar que Daniel teve a visão do bode e do carneiro a qual ele relata no capítulo 8 do seu livro profético desta forma:
1 No ano terceiro do reinado do rei Belsazar apareceu-me uma visão, a mim, Daniel, depois daquela que me apareceu no princípio.
2 E vi na visão; e sucedeu que, quando vi, eu estava na cidadela de Susã, na província de Elão; vi, pois, na visão, que eu estava junto ao rio Ulai.
3 E levantei os meus olhos, e vi, e eis que um carneiro estava diante do rio, o qual tinha dois chifres; e os dois chifres eram altos, mas um era mais alto do que o outro; e o mais alto subiu por último.
4 Vi que o carneiro dava marradas para o ocidente, e para o norte e para o sul; e nenhum dos animais lhe podia resistir; nem havia quem pudesse livrar-se da sua mão; e ele fazia conforme a sua vontade, e se engrandecia.
5 E, estando eu considerando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra, mas sem tocar no chão; e aquele bode tinha um chifre insigne entre os olhos.
6 E dirigiu-se ao carneiro que tinha os dois chifres, ao qual eu tinha visto em pé diante do rio, e correu contra ele no ímpeto da sua força.
7 E vi-o chegar perto do carneiro, enfurecido contra ele, e ferindo-o quebrou-lhe os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir, e o bode o lançou por terra, e o pisou aos pés; não houve quem pudesse livrar o carneiro da sua mão.
8 E o bode se engrandeceu sobremaneira; mas, estando na sua maior força, aquele grande chifre foi quebrado; e no seu lugar subiram outros quatro também insignes, para os quatro ventos do céu. (Daniel 8.1-8)
Aqui começa um terceiro reino, mas isso vamos estudar no próximo bloco.